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Portugal não é só um país de maravilhas. Anda por aí muita coisa a precisar de arranjo: nódoas urbanísticas, atentados ao ambiente, estradas perigosas, poluição, espécies ameaçadas, etc. O "Tal&Qual" conta consigo para apontar as aberrações a precisar de acção mais rápida. Neste blog, pode consultar as escolhas de alguns convidados, indicar as suas, comentar, debater e até votar. Ajude-nos a chamar a atenção para o que está mal.
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Sexta-feira, 14 de Setembro de 2007
"O meu estádio é bonito"

Por Mayra Fernandes

À entrada de Lisboa está o Estádio Alvalade XXI com um jogo de cores que "choca" os inquiridos das "Grandes Aberrações" e por isso lhe dão o título de "mamarracho". Mas para os sportinguistas o estádio é "lindo, tem vida e alegria".

No ínicio da 2ª circular, ao entrar em Lisboa, quem vem do norte do Paísdepara-se com o Estádio Alvalade XXI, do Sporting Clube de Portugal, que em tons fortes de amarelo e verde dá as boas vindas e parece chamar a atenção de toda a gente. Concebido pelo arquitecto Tomás Taveira, para o campeonato Europeu de Futebol de 2004 (...) É o exterior deste espaço que mexe com a sensibilidade visual das pessoas e coloca o Estádio na lista das "Grandes Aberrações" do "T&Q". Mas se a uns fere aos adeptos do clube nem por isso.

"O meu estádio é bonito! E cor? Cor quer dizer vida, alegria, por isso quanto mais melhor", justifica André Reis, de 16 anos, que anda por aqui de bicicleta e não vê nada de errado no Estádio e concorda ainda menos que ele seja uma aberração. Assim como André, muitos sportinguistas defendem com unhas e garras as cores que outros dizem não serem as originais do clube.

"Estar numa lista dessas é cómico, há coisas bem piores no país", argumenta João Gonçalves (...) De mão dada com a filha de três anos, que é sportinguista "só quando está com o pai", João Gonçalves é de opinião que o Estádio do Benfica e o Estádio Nacional fazem menos sentido: "Já viram aquilo, não parecem com nada, não dá para identificar".

Palmira Rolo, enconstada a um pilar da paragem de autocarros do Campo-Grande, está à espera do transporte que a levará para casa depois de um dia de trabalho e aprecia o estádio do clube do coração: "Vejo-o todos os dias, é lindo". (...) Quando questionada pelo "T&Q" se gosta do aspecto da obra de Tomás Taveira não hesita na resposta: "Gosto do verde e o amarelo é paz, vermelho é guerra" e acrescenta: "Se eu for ao Estádio do Benfica é pior, é só ferros".

(...)

"Chocante"

Daniel e André, de 14 e 13 anos respectivamente, vieram ao "bowling" e das cores que o Estádio tem só tiravam o amarelo "porque choca um bocadinho". (...) A tia que os trouxe já não é da mesma opnião: "Acho horrível, fica aqui um mamarracho no centro da cidade". Não é especialista em arte mas garante que não é preciso nada disso para entender que o Estádio é mesmo feio: "Podia ser mais redondo, ter umas cores menos chocantes, não tinham de ser pastel, mas algo agradável à vista".

(...)

sentados na escadaria que vai dar à bilheteira, Luís Silva e Tiago Tapadinhas apanham o sol das 17 horas como se de um momento de descanso se tratasse. À pergunta do "T&Q" sobre a beleza do Estádio do Sporting, olham de soslaio uma e duas vezes e, rindo, respondem: "Veio mesmo ter às pessoas certas (...) este baralhado de cores não diz nada (...) o recinto tem muito mau aspecto".

(...)

Luís Silva avalia: "Não são as cores genuínas do clube, as principais, branco, verde e preto, não foram devidamente realçadas e isso tira a beleza toda".

publicado por talequalmente às 13:12
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Sexta-feira, 24 de Agosto de 2007
"Ninguém mexe no ninho"

Por Madalena Sampaio

Construído na década de 70, o polémico “Prédio Coutinho”, em Viana do Castelo, é um dos mais votados no concurso “As Grandes Aberrações”. O autarca local, que é a favor da sua demolição, mas os moradores são de outra opinião.

 

Quando se chega a Viana do Castelo, é difícil não reparar no edifício de 13 andares instalado no centro histórico e que tem feito correr muita tinta. Cópias das notícias mais recentes sobre o caso estão até afixadas logo à entrada do prédio. Alegando que a construção desfigura a linha urbanística da cidade, a Câmara Municipal tem tentado demoli-lo, ao abrigo do Programa Polis (lançado em Junho de 2000), para construir, naquele lugar, o novo mercado municipal. Esta pretensão, já com sete anos, conta com a contestação de um grupo de moradores que decidiu avançar para os tribunais, estando o processo, neste momento, suspenso. “As questões estéticas não se podem sobrepor aos direitos das pessoas. Nós vivemos aqui legalmente, o prédio está devidamente licenciado”, sublinha o porta-voz da Comissão de Moradores, Abílio Teixeira.

(...)

“Já estamos habituados a estar aqui”, explica Manuel Lamim, a viver há nove anos no último andar da polémica torre. “Ninguém gosta que mexam nos seus ninhos, nem os pássaros”, exemplifica. “Se há trinta e tal anos nunca embaraçou ninguém, por que é que agora está a embaraçar?”, questiona, por sua vez, a vizinha Diamantina Martins da Silva, 74 anos de idade. Proprietária de uma loja de artesanato e bordados regionais há mais de cinco décadas, lembra-se perfeitamente de quando o prédio foi construído, a poucos metros do seu estabelecimento comercial. “Acho que é estragar dinheiro”, diz, a propósito da demolição. “Eu sou contra deitá-lo abaixo, mas quem sou eu para o dizer?”, acrescenta.

(...)

Terminado em 1975, o edifício recebeu os primeiros inquilinos no ano seguinte. Segundo as mesmas fontes, na altura foi considerado um “bom investimento”, razão pela qual muitas pessoas ali compraram apartamentos. Foi antes da Revolução de 25 de Abril que Fernando Coutinho, natural de Neves (Barroselas), decidiu investir as suas poupanças na construção do prédio, depois de mais de 50 anos de trabalho no Zaire. Aos 90 anos, o morador do 12º andar mostra-se arrependido por ter investido naquela obra, assegura a mulher, Rosa Amélia, 83 anos. Acrescenta que as notícias que têm vindo a público sobre o prédio só têm “tirado anos de vida” ao marido (indisposto no dia desta reportagem). E devido à sua idade avançada, nem faz parte da Comissão de Moradores.

(...)

O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Defensor Moura, concorda que se chame “aberração” ao imóvel. “Fico muito contente por haver uma unanimidade nacional em relação ao ‘Prédio Coutinho’ que é também maioritariamente recusado pelos vianenses”, declarou ao T&Q, citando um inquérito feito durante a elaboração do plano Polis e segundo o qual “dois terços da população indicava uma recusa total daquele prédio que foi construído ilegalmente nos anos de 1973 a 1975”.

Curiosamente, o autarca chegou a morar no polémico imóvel, na década de 80, “durante um ano e meio”, como confirmou o próprio. “Gostei de morar porque a construção protege bem quem lá mora, mas não me senti bem porque sentia que aquilo era recusado por toda a gente e, por isso, mudei-me logo que pude”, sublinhou o edil. “Em Março de 1974, havia instruções escritas do Ministério da Educação, que tutelava as áreas arqueológicas, mandando suspender a obra porque era ilegal. E foi o 25 de Abril, com a distracção das pessoas, que permitiu que aquilo fosse construído”, alegou ainda Defensor Moura. “Não estou a culpar as pessoas que lá moram, que compraram legitimamente os seus prédios”, esclareceu.

Sentado num dos vários bancos do jardim situado mesmo em frente ao “edifício da discórdia”, o vianense José da Costa, que diariamente vem de Portuzelo para ali passar as tardes, diz discordar da demolição, que a seu ver custa muito dinheiro. E conclui: “Não há prédio mais seguro do que este. Nem daqui a 500 anos vai abaixo!” 

publicado por talequalmente às 14:55
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007
Polémico e estranho "pirilau"

Por Mayra Fernandes

No alto do Parque Eduardo VII, em Lisboa,  está um dos monumentos mais votados nas “Grandes Aberrações” e até lhe chamam o “pirilau”. Mas João Cutileiro, o autor da obra, lembra que “o jacto de água do Lago de Genebra tem uma ejaculação muito maior”.

Quem sobe o Parque Eduardo VII e se coloca ao lado do Memorial ao 25 de Abril tem uma vista privilegiada de uma Lisboa de mamarrachos e maravilhas, onde não ouve o bulício da cidade, nem as buzinas que soam na rotunda do Marquês de Pombal mais abaixo. Os turistas perdem-se de amores pelo jardim que desce até à rotunda e no panorama têm o Castelo e o rio a tentarem contrariar qualquer monstruosidade. Mas ninguém se apercebe do monumento que muitos consideram uma das coisas mais feias de Portugal.
Adjectivada de todas as formas, “pirilau” é, no entanto, a designação mais comum a que João Cutileiro já está habituado e “até acha graça porque é sinal de que há uma grande carência de pirilaus neste país. Perante as dúvidas do povo em relação à mensagem que o memorial pretende passar, o escultor não diz palavra, considera que a peça representa-se a si mesma e revela um certo desconforto em relação aos outros escultores que falam sobre o que fazem.
(...)
Idalina Sousa tem uma banca de panos e toalhas tipicamente portugueses, está aqui há cinco anos e não entende o memorial. Nem ela nem as pessoas que passam de visita e que “perguntam sempre o que é isto”. Para a vendedora podiam ter feito “uma coisa melhor neste sítio, porque isto não diz nada, nem aqui, nem noutro lugar”. Dos turistas que a indagam sobre o memorial, os espanhóis são os que gostam mais, “mas os ingleses e os americanos não, principalmente quando dizemos que lhe chamamos ‘pirilau’, ficam escandalizados”, explica.
Enquanto compra uma toalha com o Galo de Barcelos no padrão, Virgínia Gomes de Castro elogia o lugar, a praça, a vista, que são “belos, mas o monumento é bruto”. A arquitecta brasileira veio conhecer Portugal e ficou maravilhada com o Botero. Já o memorial não corresponde ao pedido que foi feito: “Está escondido, é pequeno e quando chegamos perto vemos que é feio, parece uma peça brutalista, mal acabada, sem leveza nenhuma”.
(...)

A obra que à primeira vista pode parecer apenas um amontoado de pedras sem significado também suscita outras interpretações: “No meio está o suporte (Portugal) e à volta estão cinco hastes, representando possivelmente a ex-colónias em África que dependiam de Portugal”. Esta é a explicação dos italianos, Laura e Giovanni, que estão em Portugal pela primeira vez e ficaram surpreendidos com o nome popular do monumento. Laura é estudante de arte e considera importante ter algo “novo a que se pode dar um significado e ter algo anterior a isso, a mistura dos dois é muito boa para a cultura do país”.

(...)

O autor afirma que a estátua “não foi feita para se gostar ou não”, contrariando a posição da maior parte das personalidades contactadas pelo “T&Q”.
Aos 70 anos, João Cutileiro recebe bem a crítica e quando questionado sobre como reagiria se soubesse que uma das suas obras foi sugerida no programa escolar dos alunos de Arte responde que o País “é de gente envelhecida, não tem grandes estudos sobre criadores anteriores”, por isso, não acredita que alguma coisa sua possa ser estudada num plano curricular.
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publicado por talequalmente às 13:30
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007
APL torna Tejo invisível

Por Tânia Reis Alves

 No Cais do Sodré, mesmo frente ao Tejo, ergue-se pouco a pouco aquela que é a quinta aberração mais votada na iniciativa do "T&Q". Os lisboetas parecem concordar com a classificação.

 

À medida que nos aproximamos da praça do Cais do Sodré, em Lisboa, a nuvem de pó que é o terror dos danos dos carros aí estacionados, vai ganhando forma. Será aí, entre o Tejo e a cidade, no terreno da Ribeira das Naus, que até ao final do ano irão nascer os já famosos edifícios onde passarão a estar sediadas a Agência Europeia de Segurança Marítima, o Observatório Europeu de Droga e Toxicodependência e o Centro de Informação Europeia Jacques Delors. É este conjunto de três edifícios, cuja construção  está a cargo da Administração do Porto de Lisboa (APL), que várias personalidades contactadas pelo "T&Q" para o passatempo "As Sete Grandes Aberrações" classificaram como um "mamarracho".

A obra, assinada pelo arquitecto Manuel Tainha (ausente do País em férias), não é, na verdade, indiferente áqueles cujo dia-a-dia se cruza com as paragens de autocarro, o cais, os quiosques antigos e os candeeiros de ferro do Cais do Sodré. Júlia Durão trabalhou no "Cais da Ribeira", um dos restaurantes em frente ao rio, durante 17 anos. Agora mudou-se para o estabelecimento ao lado, "O Guarda-Rio", e enquanto varre o chão daesplanada, que começa preparada para os almoços, vai dizendo o que pensa sobre os prédios que vão nascendo do outro lado da praça: "É uma aberração agora, mas quando estiver pronto vai ficar engraçado. Aberrações são os carros estacionados mesmo em frente ao rio e este podre do Cais do Sodré."

Pensamento diferente de Júlia Durão tem o colega de profissão Francisco Chalaça, que (..) confessa: "O prédio tira a vista do rio e as pessoas vêm para aqui justamente para ver o Tejo. Aliás, todo o Cais do Sodré é uma aberração, com as pedras soltas dos passeios, o jardim abandonado, sem uma fonte, uma casa-de-banho, com este buracos na estrada."

(...)

A verdade é que, votações à parte, os prédios já se vão erguendo indiferentes ao escerdeado do Tejo de Agosto ou às fachadas e comijas de mármore do outro lado da avenida. Manuel Frasquilho, presidente do conselho de administração da APL, recusa responsabilidades naquilo que parece ser uma inevitabilidade arquitectónica. "É claro que tenho a minha opinião como cidadão, mas quando cheguei à APL, a União Europeia, o Foverno e a Câmara de Lisboa já tinham decidido instalar aqui as agências. A mim só me restava pôr os edifícios de pé."

(..)

Já o euro-deputado Vasco Graça Moura defende: "Aquela zona deveria ser protegida e não ter mais construção. Devia preservar-se a relação com o rio, a compenente hisórica e estética do Cais do Sodré."


publicado por talequalmente às 09:57
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Quinta-feira, 9 de Agosto de 2007
Quarteira - Porque é que cá vêm?

Por São José Sousa

Quarteira está no topo do pódio da votação para “As Sete Grandes Aberrações de Portugal”. O presidente da Câmara de Loulé não comenta os resultados, mas quase todos os turistas e habitantes daquela cidade algarvia multiplicam-lhe elogios.

Duas filas de pinheiros mansos ladeiam a estrada nacional 396. Loulé fica para trás, a uns velozes dez minutos, depois da inauguração, a 6 de Julho, do novo viaduto. O trânsito até Quarteira corre intenso mas rápido e, à chegada, às 15.30 de um sábado de Julho, são poucas as pessoas que se vêem pela Avenida Francisco Sá Carneiro, a principal artéria, que cruza a cidade de lés a lés.

O sol bate forte sobre os corpos semi-desnudos dos clientes de Vítor Morais. Proprietário do snack-bar Cantinho do Rei, situado naquela avenida onde as árvores e flores continuam a trazer colorido ao branco acinzentado dos prédios, Vítor Morais move-se atrás do balcão com agilidade, ornado de ouro pelo pescoço, pulso e dedos, com cabelo bem penteado e camisa cuidadosamente passada. Transmontano de 37 anos, instalou-se em Quarteira há 18 e encara sem surpresa os resultados das votações na iniciativa “As Sete Grandes Aberrações de Portugal”, promovida pelo “T&Q”: “É fácil votar em Quarteira”, reconhece. “Falta tudo: espaços nocturnos, a Câmara não deixa criar; a segurança está uma lástima”, queixa-se o comerciante, recordando que, apesar de nunca ter sido assaltado, já viu várias vezes o seu negócio vandalizado: “Ainda na semana passada, incendiaram-me o toldo”, conta.

E quando questionado sobre se acha Quarteira uma cidade bonita, Vítor Morais sorri e hesita na resposta: “Bonito, bonito, só tem as praias. De resto, não passa de caixotes”, acaba por assumir.

(...)

Com passos lentos e compassados, os amigos Francisco Charrua e Armando Brissos palmilham a marginal, aparentemente pouco incomodados com o sol. Acabaram de chegar de Lisboa para umas férias em Albufeira e vieram de propósito a Quarteira para almoçar “numa tasquinha que tem um peixe óptimo”, explica Francisco Charrua. Confessando que já tiveram uma má impressão da cidade, garantem agora que vão voltar: “Quarteira teve uma evolução muito grande”, considera Francisco Charrua, e aponta a variedade de actividades culturais como uma das actuais mais-valias da cidade.

(...)

“Não estamos interessados em fazer qualquer comentário”, faz saber o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Seruca Emídio, pelo chefe do seu gabinete, Joaquim Guerreiro, que prefere lançar uma questão: “Há quanto tempo não vai a Quarteira?”.

Na verdade, não são só os turistas que por aí passeiam que se desdobram em elogios à cidade; também quem adoptou Quarteira como casa argumenta contra os resultados da votação da iniciativa do “T&Q”. “É uma cidade fabulosa, com uma praia fabulosa, com uma estrada para Loulé muito boa”, afirma Manuel Aresta, nascido em Póvoa de São Miguel, no concelho de Moura, há 74 anos e migrado de Beja para Quarteira há 20. Sentado numa mesa em frente à praia, folheando um jornal desportivo disponibilizado pelo serviço da Biblioteca Itinerante de Loulé, que há quatro anos traz livros à praia, o reformado conta: “Tive um AVC e foi aqui que me curei”, e lança o enfoque para as condições “privilegiadas” que a cidade oferece à terceira idade, como as piscinas, a universidade ou o banco do tempo: “Vivi em Beja uma vida inteira e não lá não há tantas coisas para se distrair”, garante. O progresso é a razão que aponta para a construção desenfreada, e interroga: “Se as pessoas não gostam disto, porque é que cá vêm?”.

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publicado por talequalmente às 17:38
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Reportagens

As aberrações mais votadas terão, semanalmente, uma página de reportagem no "T&Q".

Para que os nossos visitantes não percam a oportunidade de as conhecer serão publicados excertos no blogue.

 

A reportagem da edição anterior do jornal foi sobre a líder: Quarteira. Na edição que sai amanhã, não percam o texto que conta as reacções dos lisboetas quando passam pelo Cais do Sodré e vêem o edifício da Administração do Porto de Lisboa que está em construção.

publicado por talequalmente às 17:27
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